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quarta-feira, 13 de maio de 2015

#DicaMúsica Cartola - 1976 (full album)





1. O Mundo É Um Moinho
2. Minha
3. Sala de recepção
4. Não posso viver sem ela
5. Preciso me encontrar
6. Peito vazio
7. Aconteceu
8. As rosas não falam
9. Sei chorar
10. Ensaboa
11. Senhora tentação
12. Cordas de aço

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Sobre a VIDA...

Cheguei a um momento da minha vida que começo a questionar algumas coisas. Por que eu tenho que ser o centro de mim mesmo? Por que o mundo tem que girar em torno das minhas vontades, necessidades e caprichos? 

A reinvenção do ser é algo delicado e demorado, requer tempo paciência e dedicação. Já me reinventei uma vez, achando que esse novo “eu” seria mais feliz. Engano meu! Esse “eu” que agora sou, ainda busca preencher o vazio desse peito. 

Sempre que penso nisso lembro-me de mamãe. Ela diz, “esse vazio é a falta de Deus!”. Não acho que ela esteja errada, mas não acho que encontrarei Deus ao modo dela. Acredito que Ele deseja de mim muito mais que ir a missa aos domingos, oferecer o dízimo ou sair pregando o Seu nome para as pessoas de casa. Não acho que ela esteja errada em fazer isso, ao seu modo, isso também é ir de encontro ao Pai. 

Mas então como será meu encontro com Deus? Comigo mesma? Como irei preencher esse vazio no meu coração? 

Acho que tudo já foi elaborado e planejado. Mesmo sem saber o dia, local, hora e como será, sei que tenho que refazer minha história, voltar aos caminhos já percorridos e mais uma vez reinventar o meu “eu”. 

sábado, 5 de julho de 2014

Uma primeira Experiência Experimental

Por Daniel Araújo

Fazer um filme em duas semanas sem contar sequer com os equipamentos da faculdade? Isso mesmo. Essa foi a missão que tivemos ainda no segundo semestre do curso de Jornalismo. A disciplina era de Audiovisual e, pelo o que recordo, a professora apesar de já ter tido algumas experiências na área, não nos cobrou muito. Mas o pessoal até que se empolgou com a proposta. E eu fui uma dessas pessoas.

De início, foi um pouco complicado pensar em realização à época. O Movie Maker já existia, mas estávamos falando de vivências um pouco mais expansivas. O lance parecia um pouco mais complexo. A turma era composta por incrível 70 alunos. E numa sala com tanta gente, o vídeo a ser feito tinha de agradar. Mas decidi partir de uma ideia simples mesmo. E assim, minha proposta de filme foi sendo modelada.

Inicialmente não cheguei a escrever um roteiro. Tudo estava na minha cabeça e o que eu precisava era de um mínimo de apoio. Assim, apresentei minha proposta a outros três colegas, sendo que dois deles não eram da minha faculdade e o filme foi tomando corpo. Na ideia, gravaríamos um vídeo em plano sequência onde alguém viria correndo de um ponto a outro da Avenida Beira Mar. A corrida dessa pessoa seria realizada de acordo com o ritmo de uma canção que colocaríamos posteriormente no filme durante o processo de montagem. A música em questão foi “Hanging by a moment” da banda Lifehouse.

Chegado o dia da gravação, eu e os demais colegas nos dirigimos à orla de Fortaleza. Eu estava como proponente do projeto, mas optamos também por que ficasse encarregado de ser a pessoa que executaria a corrida e fazer a captação dela. E aí que entra a questão da fotografia no filme. Onde em boa parte da perspectiva da câmera vê apenas os pés do personagem que corre. A sensação do espectador é a de que se estivéssemos correndo junto com o personagem.

E após a captação e o processo de montagem o resultado foi positivo. Era meu primeiro curta metragem experimental feito a partir de uma ideia originalmente pensada. Pena não ter conseguido mostra-lo à época aos colegas da turma. Devido ao grande número de alunos, a professora não conseguiu organizar o calendário a tempo e as exibições acabaram não ocorrendo. Mas o curta ficou. Realizado em menos de uma semana com uma cibershot, quatro cabeças pensantes, e vejam só, com recursos também do Movie Maker.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Essência feminina


Há muitas décadas a mulher tem caminhado em passos largos para recuperar seu valor assumido e na escolha de decisões da sua própria vida. A empresária, dona do lar, mãe, filha, vem lutando há séculos para conseguir status, e igualdade no meio social, mulheres de revoltas que conquistaram seu espaço, como não lembrar o movimento feminista, e sutiãs queimados?  Todas em busca dos seus direitos.

Atualmente essa imagem tem nos tomado a memoria, a presença da mulher no mercado de trabalho tem se solidificado, e mesmo com tantas dificuldades, o machismo impera mesmo que de modo sutil principalmente nessa área, algo importante a ser dito é que a mulher tem redefinido a liderança, com um perfil mais comunitário, ouvindo melhor os funcionários e o que a difere dos homens é que elas não tem medo de arriscar consequentemente aumentando assim a produção.

Fazendo um breve paralelo com adeusa Afrodite as mulheres imperam impondo o amor, com sua delicadeza, sendo contraste do homem que sempre foi pela força bruta e trabalho. Algumas coisas estão diferentes já algum tempo o perfil doce, amável, generosa, tem nos fugido a memoria, e a mulher vem tornando-se cada vez mais forte, e o homem do contrário sentindo- se cada vez mais fraco e acuado enquanto a mulher vem avançando em todos os aspectos. O que é uma grande armadilha para elas, por assumir cada vez mais cargos de liderança e como consequência os maridos tem se tornado cada vez mais submissos  e frangeis por ganhar um salário menor que o delas, as filhas por querer seguir o exemplo da mãe tornam-se cada vez mais ambiciosas ao querendo um cargo maior, mesmo por um desejo de superação.

A meu ver, toda essa mudança comportamento tem de algum modo feito a mulher perder sua essência em alguns casos existe certa confusão sobre entrega e submissão e sentem-se até mesmo perdida em encontrar seu lugar na sociedade, é importante que a mulher cresça no mercado de trabalho, mas em contra partida também cresce o numero de mulheres sozinhas, é importante termos um equilíbrio e sabedoria nesses aspectos. Para que possamos ter uma sociedade equilibrada.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012


sábado, 7 de julho de 2012

Sempre Clarice


"Eu nunca fui uma moça bem-comportada. Afinal, nunca tive vocação pra alegria tímida, pra paixão sem beijos quentes ou pro amor mal resolvido sem soluços. Eu quero da vida o que ela tem de cru e de bonito. Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho. E pra seduzir somente o que me acrescenta. Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que as vezes me cansa. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, voracidade e falta de ar!"
Clarice Lispector

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Inspiração do dia

"...a vida é um filme do leste europeu, com uma trama minimalista e arrastada, dirigida por um cineasta aclamadíssimo, que eu não sei o nome, porque eu não sou culta o bastante e no final da sessão, os pseudointelectuais discutem qual é o sentido do filme, o que o cineastra quis dizer; e o que ninguém sabe é que o cineasta não quis dizer nada… nada...! Ele tá é rindo da nossa cara, porque sabe que o filme é um saco e não tem sentido nenhum". (Natália Klein - Adorável Psicose)

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Anúncio para Solitários




"Procura-se um amigo sozinho 
de andar discreto e gesto silencioso.
Procura-se desesperadamente um amigo
que saiba se aproximar
de um passarinho."

Rita Apoena.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

De Olhos Abertos pra Ouvir Musica


Era uma vez uma canção, essa canção dizia assim; "The man of a thousand faces Sits down at the table Eats a small lump of sugar And smiles at the moon like he knows her", mas eu que sou uma mulher de pouca cultura para outros idiomas nada entende, mas eu ouvi, ouvi cada palavra, cada som, e gostei.

Gostei da melodia, da tristeza que sente ali. Tem gosto pra tudo nesse mundo e eu gosto de musica triste, musicas que me faça parar e sentir, refletir, querer aquela dor pra mim.
Então com o esmiuçar fui ver quem cantava, Regina Spektor é a dona daquela voz. Meu Deus faz tanto tempo que baixei esse Cd e nunca ouvi?! Mas é assim, tudo nessa vida tem um sentido, a hora certa, o momento oportuno. 

Ouvindo essa canção e todas as outras, percebo que esse é o momento certo, é a mistura perfeita, minha alegria com a melancolia de uma canção.

Musica: Man of a thousand Faces - Regina Spektor.

Vídeo

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Eu não...



Eu não consigo pensar em flores,
Eu não consigo pensar,
Eu não consigo pensar em preto e branco,
Eu não consigo lembrar,
Eu tenho ideias sempre repetidas,
Eu não consigo parar,
Eu tenho tempo e tenho um grande amigo,
Eu não consigo calar,
Meu gato preto de olhos profundos,
Ele só que me amar,
Meu preto gato de amores coloridos,
Ele só vai acola,
Ah, amor meu que já sofreu por amar alguém,
Ah, amor meu que lamentou ter amado alguém,
O meu amor é todo meu,
E vou tentando assim levar.






Poemas e palavras



Contei meus segredos pra você, deixei os meus sonhos para lá
Passei muito tempo a te esperar, enfim já não sei o que fazer
Rasguei as cartas que me escreveu, contando seus planos para nos dois.
Olhando lá fora já me perde no vento gelado que me seduz...

Meu tempo pra ti já chega ao fim, tão lindo que era o meu amor
Mais lindo ainda o que sinto por mim, meus planos ressurgem como uma flor
Na primavera me vejo sorrir e com o tempo teus versos cruz desfiz
Ideia triste já não sente, nem traços do desamor.

Poemas, palavras escreve com traços e laços de amor
Pessoa mais forte me tornei, pois entende as lições da vida mesmo na dor
Dificil eu sei mais eu cresce e meu coração mais forte ficou
E um dia, mais um dia eu vivi, com as cores e lírios do amor.



quinta-feira, 17 de junho de 2010

Viva a Nostalgia


Como o tempo passa rápido! Foi o que pensei quando adentrei o meu antigo colégio, naquele lugar onde passei tanto tempo da minha vida, onde terminei meus estudos de ginásio. Fiquei nostálgico com as lembranças daquele tempo, que para mim pareciam tão ontem, eram lembranças tão vivas, quando olhei para minhas mãos e vi o desgaste do tempo, me sente tão velho e cansado.


Percorri os olhos pelo pátio, e olhei o lugar que eu sempre ficava na minha meninice, lembrei que naquele lugar dei o meu primeiro beijo, tão linda era aquela menina, que se não me falta à memória se chamava Juliana. Tinha sardas pelo rosto, nariz arrebitado e cabelos ruivos, que estavam presos numa trança.


Chegando à secretaria do colégio lá estavam elas, aquelas que chamei por tanto tempo de tia, minhas antigas professoras, pelo menos algumas delas. Tão senhorinha, que certamente não se recordavam de mim, pois foram tantos rostos, tantos pequenos eu passaram por ali e naquele momento me senti mais um.


Apesar de tudo que consegui na vida, apesar das alegrias e tambem das tristezas que são necessárias pela vida, sinto falta daquele tempo que problemas eu não tinha. Mas meu tempo já passou agora são tempos do meu filho, de suas alegrias, “paixonites” quanto a mim vivo a nostalgia, vivo com a saudade.